AS ENERGIAS PARA O ANO DE 2022

AS ENERGIAS PARA O ANO DE 2022

                                    

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Planeta Mercúrio: características, astrologia e mitologia

O planeta Mercúrio é o segundo mais próximo do Sol e é conhecido como o planeta de ferro por conta da sua composição base. Além disso, ele tem papel importantíssimo na astrologia, influenciando diretamente na nossa comunicação. Mercúrio simboliza a independência , o espírito crítico, por vezes extremista, o raciocínio e poder de análise e discriminação lógica, as competências comunicacionais e todos os meios de comunicação, a irreverência e a esperteza, a linguagem, a oratória, o sentido de humor e  a alegria espontânea de viver, a juventude pois o intelecto mercuriano  desenvolve-se em cada ser humano desde o nascimento pelo contato com o mundo, o cálculo matemático e as tecnologias da informação, o comércio e as trocas associadas incluindo as pequenas viagens.    

Orixás regentes do ano de 2022

                       Ibejis

       

Ibejis é uma Entidade bastante peculiar, pois se trata de gêmeos que representam a vida e o nascimento.

Portanto, essa Entidade diferenciada traz alegria, felicidade e aquela vontade imensa de viver intensamente.

O Orixá Ibejis é o símbolo da felicidade e enxergam o mundo com os olhos inocentes de uma criança. Dessa forma, esse Orixá representa a proteção das crianças, sendo uma Entidade de grande importância para as religiões de origem africana. 

Essas são apenas algumas das características de Ibejis.

Quem é Ibejis?

Ibeji, Ibejis e Orixá Ibejis são os termos mais utilizados para se referir aos gêmeos que representam o nascimento e a vida. Esse é o único Orixá representado de forma dupla, ou seja, através de duas Entidades. 

Os gêmeos Ibejis representam todas as formas de nascimento, assim como a felicidade, alegria e o amor à vida. Dessa forma, esse Orixá também é a representação da vontade de viver, alegria repentina, dos corações cheios de felicidade e de todas as coisas boas em decorrência desses sentimentos puros. 

O Orixá é o protetor das crianças e das coisas inocentes. Então, quando falamos em Ibejis, é comum associá-los a inocência com que as crianças veem a vida, pois eles possuem essas mesmas características. 

Na África Ibejis é uma figura muito importante devido à sua representatividade da vida. Para o povo africano, os filhos são sempre fontes de muita alegria, pois eles garantem que a história e a descendência das famílias perdure. Por isso, os gêmeos são o símbolo da continuidade da vida, da sobrevivência e do nascimento. 

Algo bastante peculiar sobre esse Orixá é que ele é capaz de desfazer coisas feitas por outros Orixás, como trabalhos. No entanto, o que é feito por Ibejis não pode ser desfeito de nenhuma forma por outro Orixá. 

Qual a diferença entre bejis e Erês?

Na Umbanda e no Candomblé o Orixá é bastante confundido com Erês. Ambas as figuras representam características infantis e tratam-se de crianças. Mas os gêmeos são uma Divindade com histórias e missões que se diferem dos Erês. 

Basicamente, os Erês na Umbanda são Guias que trabalham no plano espiritual. Esses Guias são Seres Encantados que nunca habitaram à Terra como humanos, por isso, têm a inocência e pureza preservada. 

Esses Seres aparecem comumente nos terreiros trazendo alegria, felicidade e muita pureza para as celebrações. Mas são bem diferentes de Ibejis, que é um Orixá! Sendo assim, Ibejis é um Orixá e Erês são Seres Encantados que atuam como Guias. 

História do Orixá

A história mais comentada sobre Ibejis diz que os gêmeos são um casal. Acredita-se que Taiwo tenha nascido primeiro que Kehinde, pois ele é o que tem mais responsabilidades. Por isso, Taiwo é visto como o irmão mais velho responsável por supervisionar o mundo.

Nascimento dos gêmeos

Filhos de Xangô e Iansã, os gêmeos foram abandonados em um rio após terem nascido. Iansã repudiou as crianças logo que nasceram e não teve dúvidas quanto a decisão de abandonar. 

Oxum passava perto do local do abandono quando ouviu o choro de crianças. Sem pensar duas vezes correu até os recém-nascidos e ficou encantada com o que viu: os gêmeos sorriram para Oxum. O coração da Orixá não suportou vê-los sofrendo ali sozinhos e resolveu adotá-los. 

Desde então, os gêmeos passaram a ser filhos de Oxum e ganharam os nomes Taiwo e Kehinde. Essa história de vida dos gêmeos fez com que o Orixá se tornasse a representação do nascimento e da vida. 

Sincretismo de Ibejis

O Orixá Ibejis é sincretizado como Cosme e Damião, devida a dualidade desses Santos que também está presente nos gêmeos Ibejis. Além disso, os Santos e o Orixá dedicaram suas vidas para curar e trazer alegria para as pessoas. O dom de guardar a vida observado nas duas Entidades também faz com que os gêmeos sejam sincretizados em São Cosme e Damião

O dom de guardar a vida observado nas duas Entidades também faz com que os gêmeos sejam sincretizados em São Cosme e Damião. O dia da semana que representa esse Orixá é o domingo.

              Iemanjá a Orixá da Geração 

                       Rainha do Mar!

                     

 

Conhecida por muitos como a Rainha do Mar, Iemanjá é uma Orixá cultuada em religiões com ligação africana, como a Umbanda e o Candomblé.

Nestas religiões, a Orixá representa uma Entidade de Luz que é considerada a mãe de muitos Orixás. Por isso, sua representação é fortemente associada à fecundidade. 

Também chamada de Orixá da Geração, Iemanjá é responsável pelos mistérios da geração, o que significa que ela é símbolo da reprodução e fertilidade. Essa e outras características fazem dessa Orixá, uma das mais procuradas por praticantes de religiões com descendência africana. 

Quer conhecer mais sobre as características de Iemanjá, histórias, formas de culto e saudações a Iemanjá? Continue lendo até o final para descobrir todas as peculiaridades dessa admirável Orixá e aprenda você também a cultuá-la!

Quem é Iemanjá? O que significa Iemanjá?

Rainha do Mar e Orixá da Geração são as denominações mais comuns para Iemanjá. Além disso, seu nome é escrito de duas formas diferentes: Yemanjá e Iemanjá. Há ainda outras denominações dadas no Brasil para se referir a essa Orixá, sendo algumas delas: Janaína, Ísis, Inaé, Princesa de Aiocá, Mucanã, Maria, Princesa do Mar e Sereia do Mar

Iemanjá também é fortemente confundida com outra Orixá chamada Oxum. Por isso, você poderá encontrar por aí ambos os termos para se referir à Iemanjá, mas saiba que não está correto. Oxum é, na verdade, uma Orixá que representa a água doce, enquanto Yemanjá simboliza o mar. Aliás, Oxum é um dos muitos filhos da Orixá Iemanjá. 

Em diversas religiões africanas ou com descendência africana, Yemanjá é cultuada como a Orixá da Geração. Ela detém os mistérios da geração, por isso, é considerada o símbolo da fecundidade. Na família dos Orixás, Iemanjá é mãe da maioria deles. Seu nome significa mãe dos filhos-peixe que também está relacionado a fertilidade. 

História de Iemanjá

A história mais contada sobre Iemanjá denota como ela se tornou a Rainha do Mar. Filha de Olokum, que é um Orixá soberano dos mares, Iemanjá roubou quando criança uma poção do pai que permite fugir de qualquer perigo. 

Muito tempo depois, a Orixá se casou com o Orixá Oduduá e teve no total dez filhos. Por ter tido tantos filhos, seus seios ficaram enormes e fartos devido ao número de vezes que os amamentou. Essa característica a deixava envergonhada, o que fez com que Yemanjá partisse deixando seu marido para conseguir sua própria felicidade. 

Foi quando conheceu Okerê e se apaixonou. Infelizmente, a história de amor desse casal durou pouco. Após beber demais, Okerê ofendeu Iemanjá insultando seus seios, o que a deixou decepcionada e a fez fugir novamente. 

Perseguida por Okerê, a Orixá teve que beber a poção roubada de seu pai para fugir do perigo. Foi quando, Iemanjá, se transformou em um rio que ia ao encontro do mar. Mas para que a Orixá não fugisse Okerê se transformou em uma montanha para prendê-la. Então Xangô, que é filho de Yemanjá, abriu passagem entre os vales de Okerê para que a mãe pudesse fugir. A partir desse acontecimento, a Orixá foi chamada de Rainha do Mar. 

Sincretismo de Yemanjá

Todos os Orixás cultuados nas religiões afro-brasileiras são representados por Santos na igreja católica. Essa associação é chamada de sincretismo e existe há muito tempo, desde que os negros eram escravizados no Brasil.

Dessa forma, a representação mais comum de Iemanjá entre os santos é a de Nossa Senhora dos Navegantes. Considerando que a Orixá representa as águas, principalmente o mar, sua associação com a Nossa Senhora dos Navegantes é muito forte. No entanto, algumas pessoas sincretizam essa Orixá com Nossa Senhora da Conceição, Nossa Senhora das Candeias, Nossa Senhora da Piedade e até mesmo a Virgem Maria

Iemanjá na Umbanda

Na Umbanda, Candomblé e em outras religiões de origem africana, Yemanjá é uma Orixá de grande importância, considerando que ela representa aspectos relevantes para a vida humana como a fertilidade. Mãe de quase todos os outros Orixás, ela é cultuada por essas religiões e por pessoas que simpatizam com a Orixá. 

Culto à Orixá

A celebração de Iemanjá acontece no dia 2 de fevereiro no Brasil, sendo um grande marco com oferendas, rituais e homenagens à Orixá. Nesta ocasião, os praticantes de religiões afro-brasileiras se vestem de branco e fazem oferendas para a Orixá com muitas flores no mar. Isso acontece principalmente na Bahia e no Rio de Janeiro.

Já em São Paulo, as comemorações ocorrem no dia 8 de dezembro, sendo que essa data também marca o festejo de Nossa Senhora da Conceição.

Em todos os casos, o dia da semana que representa Yemanjá é o sábado. 

Em relação às cores, as celebrações são decoradas em tons de azul claro, branco e prata, assim como adornos, vestimentas e outros itens que recebem essas cores. As três cores simbolizam os mistérios do mar, assim como os aspectos da vaidade de Yemanjá

Saudação a Iemanjá

Há duas saudações muito comuns para Iemanjá, sendo elas: Odaciaba e Odoyá. A primeira significa Rainha das Águas Sagradas e faz uma invocação da força poderosa das águas. Já a segunda saudação é o mesmo que “sou filho de Iemanjá”. 

Oxumaré: Tudo sobre o Orixá da abundância e riqueza!

                                       

Oxumaré, ou ainda Oxumarê, é um Orixá cultuado em religiões africanas como a Umbanda e o Candomblé. Esse Ser de Luz tem como símbolo a cobra arco-íris, que representa características peculiares sobre esse Orixá como a agilidade, mobilidade e destreza. As histórias sobre o Orixá dizem que ele mora no céu e que usa o arco-íris para viajar até à Terra. 

Conhecido como o Orixá que abre caminhos para a felicidade, Oxumaré também é símbolo da abundância, fortuna, riqueza e prosperidade. Por isso, quem o procura recebe as instruções necessárias para abrir caminhos de felicidade, prosperidade e abundância.

Quem é Oxumaré?

Oxumaré é conhecido por suas diversas características. A quem diga que ele é o Orixá do arco-íris, enquanto outros apontam que seu símbolo verdadeiro é a cobra arco-íris. 

Além disso, esse Ser de Luz representa o caminho da felicidade, que para algumas pessoas é representado por abundância. No entanto, em se tratando de felicidade Oxumaré pode ajudar a quem precisa de várias formas, além da prosperidade. 

A figura de Oxumaré cultuada no Brasil é representada por um homem. Contudo, algumas pessoas relacionam esse Orixá a Oxum. Na verdade, isso trata-se de uma grande confusão, pois a conexão desse Orixá ocorre com Ewá, que é sua irmã. Juntos, os dois Seres de Luz representam a energia do arco-íris. Outro aspecto interessante sobre ambos é que eles têm como símbolo a serpente. 

Não é atoa que Oxumaré é confundido com o símbolo feminino e masculino, afinal, ele representa justamente essa junção entre ambos os gêneros. A união desses gêneros que possibilitou a existência da vida é uma das representatividades desse Orixá, assim como a mortalidade e imortalidade, a água e a terra, e os demais elementos que apresentam duplicidade, oposição e ambiguidade de forma que se completam.

Histórias sobre o Orixá

Esse Orixá possui várias histórias interessantes. São tantas histórias que há duas versões de seu nascimento.

O nascimento (1º versão)

Oxalá e Nanã ainda sofrendo pelo abandono de Omulu, que é um de seus filhos, teve outro filho que passou a se chamar Oxumaré. Devido a uma praga lançada em Nanã, o filho nasceu com diversos problemas de formação, o que fez parecer uma serpente sem braços ou pernas. Dessa forma, ele se rastejava no chão como se fosse um réptil, mesmo sua forma sendo humana. Decepcionada com o filho, Nanã o abandonou.

Diferente de Omulu, o Orixá não contou com a ajuda de ninguém. Sábio e muito ágil, ele aprendeu a sobreviver sozinho nadando, caçando e subindo em árvores, mesmo com sua anatomia dificultosa. Certo dia, o Orixá da profecia chamado de Orunmilá avistou Oxumaré e teve piedade do menino. Foi então que ele fez com que o menino se tornasse um dos mais belos Orixás, dando a ele a responsabilidade de trazer chuvas para o palácio de Xangô.

O nascimento (2º versão)

Quando Nanã engravidou de Oxumaré, o Orixá Orunmilá disse a Nanã que ela não teria que se preocupar com seu filho, pois ele seria um dos mais belos Orixás. Na verdade, ao dizer isso Orunmilá lançou um castigo em Nanã por ter abandonado Omulu. O castigo foi nunca conseguir viver perto de Oxumaré, já que ele era muito ativo e não tinha apego por ninguém. 

Oxumaré Sincretismo

São Bartolomeu é o santo respectivo a Oxumaré. Isso acontece já que eles possuem características similares, incluindo o dia de comemoração de ambos que é 24 de agosto. 

Oxumaré na Umbanda

Na Umbanda ele é um Orixá com todas as características mencionadas anteriormente. Esse Orixá é cultuado por busca pela felicidade, prosperidade, abundância, riqueza e fortuna. 

Culto a Oxumaré

O culto a essa Divindade requer diversas peculiaridades, como o dia de Oxumare, por exemplo, oração específica ao Ser de Luz, cores e muito mais.

O dia desse Orixá é 24 de agosto, porém, ele pode ser celebrado às terças-feira. Para realizar seu culto, é importante ter objetivos definidos para que a solicitação ao Orixá seja concretizada. Em relação às cores, o Orixá se apresenta com cores atribuídas ao arco-íris, principalmente com o verde e amarelo.

Saudação a Oxumarê

Arroboboi Oxumarê! (Salve o Senhor do Arco-Íris).

 

Pesquisado no Espaço Recomeçar